dia dos namorados    Tempo de leitura ~2 min~

O Dia dos Namorados é um dia delicioso. Momento de demostrar amor e celebrar o privilégio de também ter sido escolhido por aquele que amamos. Entretanto, gostaríamos de propor uma mudança pra vocês:

POR QUE NÃO O CHAMAMOS DE ‘DIA DO AMOR’?

Em nome de um dia que possa ser celebrado por todos, por que não chamarmos o dia 12 de Junho de ‘Dia do Amor’ ou ‘Dia para estar em Amor’? O motivo é muito simples, nem todos estão em uma relação amorosa. No entanto, todos nós vivemos uma relação de amor com outra pessoa, seja qual for o seu status ou parceiro: Namorados, casados, amizade colorida, amor fraterno, “segunda chance” ou, o meu preferido: um caso de amor consigo mesmo!

Quem disse que os solteiros não têm nada a celebrar nesse dia? Amar a si mesmo é o primeiro passo para ter uma vida mais feliz e saudável, bem como, relações mais satisfatórias! Afinal, é preciso estar bem consigo, com suas características e limitações para poder se abrir ao relacionamento com o outro.

E então? Qual o seu plano pra você hoje? Já falou que se ama?

Selecionamos três postagens antigas do nosso Instagram com mensagens importantes sobre relacionamento e um curta-metragem lindíssimo. Esperamos que reflitam e se divirtam celebrando o amor… E, para aqueles que estejam em um momento mais solitário, que seja um incentivo para se relacionar mais!

Equipe DiálogoPsi


4SIGNS – Às vezes só precisamos de coragem para amar…

Onde encontramos o amor? Muitas vezes, tudo o que precisamos é um sinal… O curta metragem “Signs” (2008 – Diretor: Patrick Hughes / 12 minutos) fala sobre as oportunidades que temos e, muitas vezes, deixamos escapar. É um curta simples e bonito, recomendo pois está cheio de reflexões significativas!


1SOBRE O AMOR TAPA-BURACO⤵

Quando o amor é fruto de pena, não vale nem um poema… Para começar, não é amor! Vamos levando, achando que é o melhor que se pode ter. Nos esforçamos para acreditar em palavras tortas, carinhos pequenos, entregas restritas. A gente tapa a boca, pra não dizer o que grita; e os ouvidos, pra não ouvir aquela denúncia quase silenciosa de que não há amor. Só ilusão. Só o desejo. Só o seu desejo de ser amado.

Algumas pessoas passam anos amando de forma solitária e acreditando que o que sentem é suficiente para alcançar e dar conta do florescer no território infértil do outro. Elas projetam uma energia sem dimensão num projeto que começa fadado ao erro, a dor e ao fim. A luta solitária e a rejeição de um primeiro amor fundamental: o próprio.

(Adaptado de LUANA PERES )


3SOBRE O RELACIONAMENTO CONSIGO MESMO ⤵

A cada dia mais e mais pessoas buscam o consultório de psicólogos tentando se relacionar melhor com os outros, mas acabam esquecendo o relacionamento mais importante de nossas vidas: consigo mesmo! Muitos reclamam de uma “sensação de vazio”, uma “falta” que nunca é preenchida.

Na tentativa de rechear essa falta, buscamos no afeto dos outros essa completude. Buscamos valores, cuidados e ações que não encontramos em nós mesmos, e assim, se inicia uma busca inatingível por um alguém (fora de mim) que irá eliminar essa queixa. Esperando que o outro lhe dê um amor que a própria pessoa não percebeu que não se dá. Agora, reflita um pouquinho: Onde está focando sua felicidade, dentro ou fora de você?


2SOBRE RESPEITAR O TEMPO DO OUTRO

Em uma relação existem dois momentos que devem receber atenção especial do casal: O tempo vivido como casal e o tempo individual de cada um.  O tempo de cada um é aquele que a pessoa gasta consigo própria, trabalhando, cuidando de si, em suas atividades de lazer individuais e com seus amigos pessoais e família. É importante estar inteiro nesses momentos, aproveitar o tempo sozinho e conseguir desfrutar os prazeres das outras relações em nossas vidas.

O tempo do casal, tão importante quanto, é quando terão a oportunidade de estreitar os laços de amizade e cumplicidade que os une. São os momentos a sós que alimentam a intimidade e a paixão, em outras palavras, estarem juntos e também estarem separados, devem ser igualmente prioridades! Por mais contraditório que pareça!
Essa maturidade não é facilmente atingida. O casal precisa respeitar esses tempos, encontrar maneiras de dialogar abertamente sobre eles e também, trabalhar no dia a dia para que a paixão inicial se transforme em amor. Quando um desses momentos é negligenciado, a relação é afetada de alguma maneira.

Sobre o autor:


Júlia Maria Alves| Psicóloga | CRP 04-30.828 

Graduada em Psicologia pela UFMG, especializada em Gestão de Pessoas pela Fundação Dom Cabral (FDC). Atua na área de Psicologia Clínica e Organizacional, realizando Psicoterapia de adultos e idosos e Orientação Profissional para vestibulandos e na aposentadoria. 

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Psicóloga Júlia Belo Horizonte
Júlia Maria Alves

Psicóloga | CRP 04/30.282

Graduada pela UFMG e pós-graduada em Gestão de Pessoas pela Fundação Dom Cabral. Atua na Diálogo com Psicoterapia de Adultos e Idosos; Orientação profissional e de carreira. Experiência nas áreas de Psicologia Organizacional, atuando com Gestão do Relacionamento e Desenvolvimento de Gestores.

Contatos: (31) 98590-2535 | julia@dialogopsi.com.br